A Secretaria de Juventude, Esporte e Recreação de João Pessoa (Sejer) começou nesta terça-feira (01) o projeto ‘Natação no mar’, na Praia do Cabo Branco. Ao todo, foram 250 vagas ofertadas e os participantes elogiaram a iniciativa da Prefeitura em promover mais uma modalidade esportiva ao ar livre.

É o caso do advogado Agnes Pauli. Ele já nadava há pelo menos 20 anos na piscina e desta vez decidiu encarar o mar. “Um projeto excelente por ser no mar. É uma atividade ao ar livre com vários horários, onde as pessoas conseguem se organizar para fazer. Achei super agradável esse primeiro dia. É mais pesado do que eu pensava, mas não é impeditivo. Uma sensação diferente por ter que adaptar as técnicas. Quem nada e está acostumado a ver o azulejo percebe que aqui as coisas são mais interativas. Tem que ficar mais consciente do ambiente”, disse Agnes Pauli.

O secretário da Sejer, Kaio Márcio, comemorou o pontapé dos treinamentos. Ele destacou a felicidade da adesão da população. “É um projeto que a gente já vem trabalhando há muito tempo. Conseguimos colocar em prática no momento certo. Um dia lindo de sol na cidade. Vieram pessoas que a gente nem estava planejando. São 250 pessoas inscritas e isso ajudou muito o projeto ter esse sucesso que teve no primeiro dia”, finalizou.

A aula desta terça também agradou a advogada Gabriela Fiuza, que gostou do desafio. “Achei muito interessante e muito boa a iniciativa. Já nadei em piscina e achei desafiador fazer no mar. Bem difícil mesmo. A maré estava alta e as ondas fazem com que fique mais pesado”, disse.

Horários – As aulas são realizadas de segunda a sábado com as turmas divididas em três horários: 5h30, 6h30 e 7h30. O projeto de ‘Natação no mar’ conta com a presença de sete professores da Sejer, além de guarda-vidas do Corpo de Bombeiros da Paraíba que irão trabalhar com o suporte de quadriciclos e jet ski.

Expansão – Os praticantes do polo da Praia do Cabo Branco precisam ter a partir de 15 anos e noções básicas de natação. Em breve o projeto será expandido para Manaíra, Tambaú e Bessa. Já quem nunca deu algumas braçadas vai ter a chance de aprender do zero.

  • Texto: Lucas Barros
    Edição: Katiana Ramos
    Fotografia: Ascom/Sejer

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