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Tovar afirma que aumento de impostos pelo Governo vem diminuindo postos de emprego e fechando empresas

20180925 094234 770x340 - Tovar afirma que aumento de impostos pelo Governo vem diminuindo postos de emprego e fechando empresasTovar afirma que aumento de impostos pelo Governo vem diminuindo postos de emprego e fechando empresas
O deputado estadual e candidato à reeleição, Tovar Correia Lima, disse nesta terça-feira (25) que o aumento nos impostos na Paraíba tem contribuído para o alto índice no número de desempregados, sobretudo em Campina Grande que tem vocação para geração de emprego, seja nas indústrias ou nas empresas, com destaque para a área de tecnologia.

“Paraíba precisa de um Governo que não sufoque a classe empresarial, que é responsável pela geração de emprego e renda. Precisamos de um gestor que dialogue com os empresários e comerciantes e não se faça de desentendido apenas para aumentar os impostos e prejudicar a geração de empregos no Estado”, destacou Tovar.

Tovar lembrou a luta do presidente da Associação Comercial de Campina Grande, Marco Procópio, na busca pelo crescimento do comercio local, fortalecendo o setor e garantindo mais trabalho para os campinenses. “Marco é uma homem que muito contribui com ideias para o desenvolvimento da Paraíba, mas o governo não abre um diálogo, tornando tudo mais difícil”.

Impostos – Entre os aumentos realizados pelo governo Ricardo Coutinho, o deputado enumerou: o ICMS na energia elétrica que passou de 15% para até 27%; o ICMS dos serviços de TV por assinatura de 10% para 15%, do cigarro e fumo de 25% para 35%; o ICMS nas operações de comunicação de 25% para 28%, o imposto sobre transmissão causa mortis e doação – o ITCD- 2% para até 8%; e o icms nas operações e prestações internas e na 
importação de bens e mercadorias de 17% para 18%.

Os reajustes continuaram com o aumento do icms nas operações com gasolina de 25% para 27% + 2% do Funcep, totalizando 29%; com o ipva de 2% para 2,5% e ainda com a ampliação da lista de produtos/bens passíveis de retenção do icms e que constituem receita do fundo de combate e erradicação da pobreza (2%).