A decisão foi tomada pela ministra Estela Aranha. A magistrada entendeu que o site oferece vantagem econômica durante as eleições.
A distribuição foi revelada nesta semana pelo jornal Folha de S.Paulo.
Após a divulgação do caso, a campanha de Flávio Bolsonaro disse que desconhece a autoria do site e informou que vai tomar todas as medidas judiciais contra a publicação nas esferas eleitoral, cível e criminal para a derrubada da página.
O candidato também negou a contratação de perfis para divulgação de conteúdo ou produtos de campanha.
Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br












