Entre janeiro e esta sexta-feira (6), o estado já confirmou 300 casos da doença, sem óbitos. Do total de casos confirmados neste ano, 197 foram registrados na capital paulista.
Em todo o ano passado foram contabilizados 423 casos da doença. Em 2024, foram 1.134.
Segundo a secretaria, apesar de a Organização Mundial da Saúde (OMS) ter encerrado a emergência de saúde pública de importância internacional em setembro de 2025, a doença permanece sob monitoramento, com realização de exames laboratoriais e rastreamento de contatos para identificar possíveis cadeias de transmissão.
“Seguimos monitorando o cenário epidemiológico e orientando os serviços de saúde para que estejam preparados para identificar e notificar rapidamente qualquer suspeita”, explicou Tatiana Lang, diretora do Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE-SP), por meio de nota.
A mpox é uma doença infecciosa causada pelo vírus MPXV. A transmissão entre pessoas ocorre principalmente pelo contato direto com lesões na pele, mucosas e secreções de pessoas infectadas, inclusive durante relações sexuais.
O compartilhamento de objetos contaminados, como roupas de cama, toalhas e itens de uso pessoal, também pode transmitir o vírus.
A doença pode provocar lesões na pele e nas mucosas, inclusive na região genital, que podem ser acompanhadas de febre, fraqueza, inchaço dos linfonodos (ínguas), dores musculares, nas costas e na cabeça.
Para reduzir o risco de infecção, a secretaria orienta que a população evite contato próximo ou íntimo com pessoas que apresentem sintomas suspeitos e não compartilhem objetos pessoais. É importante higienizar frequentemente as mãos com água e sabão ou álcool em gel.
Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br












