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Publicado em: 26 de agosto de 2026

Caso da jornalista que sorriu em tribunal gera debate sobre ética na cobertura

Caso da jornalista que sorriu em tribunal gera debate sobre ética na cobertura

O julgamento de Lindsay Clancy, acusada de matar seus três filhos, ganhou um novo foco quando a jornalista Brittany Romano, credenciada pela Vanity Fair, foi vista sorrindo e piscando para a câmera que transmitia o processo.

O episódio ocorreu na segunda‑feira (24), ao final da sessão, momento em que o público presente começou a deixar a sala do tribunal.

Contexto da transmissão

A câmera registrada capta o gesto da jornalista enquanto as demais pessoas se retiravam, criando um contraste entre o ambiente de seriedade e a expressão da profissional.

As imagens rapidamente se tornaram virais nas redes sociais, suscitando debates sobre a postura adequada de jornalistas diante de casos de violência familiar.

Repercussão e decisão da Vanity Fair

Em resposta ao clamor público, a revista informou à imprensa que decidiu não avançar com o texto proposto por Romano e que comunicou ao tribunal a retirada de seu credenciamento.

Após identificarmos conflitos claros com nossos padrões e processos editoriais, informamos Romano de que não seguiríamos adiante com o texto e comunicamos ao tribunal que ela não está mais credenciada pela Vanity Fair

Segundo a Fox News, o artigo planejado seria um relato pessoal sobre a experiência de crescer com Lindsay Clancy, ambas conhecendo‑se desde a infância.

Declarações da jornalista

Romano reagiu nas redes sociais, publicando no Instagram:

Sorrir não é crime. Mandar uma mulher cortar os pulsos é

Ela explicou que costuma sorrir em situações de ansiedade ou desconforto e negou que a imagem refletisse indiferença ao julgamento.

O caso permanece como um exemplo de como gestos inesperados podem gerar discussões sobre limites éticos e a responsabilidade dos veículos de comunicação.

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